ODONTOLOGIA ESTÉTICA E REABILITADORA

"A Saúde Começa Pela Boca!"


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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Novo aparelho diagnosticará câncer de estômago pelo hálito

O olfato humano, capaz de discernir cerca de 10 mil fragrâncias, também pode detectar uma das doenças mais letais da atualidade: o câncer. É o que garantem pesquisadores israelenses, que desenvolveram um aparelho que, através do cheiro, é capaz de apontar imediatamente se alguém sofre de câncer de pulmão ou de estômago, sem a necessidade de exames invasivos ou caros. O aparelho, desenvolvido em laboratório em 2007 por especialistas da Universidade Technion, em Haifa (Norte de Israel), começa agora a entrar na fase de produção com o nome de “Na-Nose” e pode estar disponível nas prateleiras das farmácias até o final desta década, diz o fabricante.
Em estudo com 37 pacientes com câncer de estômago, 32 com úlcera e 61 com outros problemas estomacais publicado pelo “British Journal of Cancer”, o aparelho conseguiu discernir as doenças e distinguir entre elas 90% das vezes.
O aparelho funciona como uma espécie de bafômetro. Os pacientes respiram por um tubo e o aparelho analisa rapidamente cerca de mil gases que saem dele e detecta se há algo de errado. O exame é feito através da mistura das substâncias expelidas no hálito com nanomateriais — formados por partículas microscópicas — específicos dentro do aparelho, através de uma técnica conhecida como detecção por compostos orgânicos voláteis (COVs).
A invenção é significante porque, atualmente, só é possível detectar a maioria dos tipos de câncer através de tecnologias caras, à disposição apenas em hospitais (como a tomografia computadorizada), ou de práticas invasivas, como biópsias. Justamente por isso, o câncer acaba sendo diagnosticado somente depois que os pacientes reclamam dos sintomas e, na maioria das vezes, já é tarde demais para um tratamento efetivo. Com o aparelho israelense, no entanto, será possível perceber os estágios mais iniciais da doença, o que multiplicaria as chances de cura, segundo especialistas.
O aparelho também pode ajudar durante o tratamento anticâncer, monitorando as diversas fases da luta contra a doença. O aparelho deve custar U$ 10 (pouco menos de R$ 20) e caberá no bolso.
 
fonte e imagem: Jornal Extra


Fernanda Keulla sofre com medo do dentista: 'Vou tirar meus sisos'

Fernanda Keulla vai sofreu na última sexta-feira, 14. A vencedora do "BBB13" passou por uma cirurgia para tirar os sisos e confessou ter medo do dentista: "Vou tirar meus Sisos hj!!! medo!! Tô" nervosa", disse ela aos seus seguidores.
A ex-BBB está com a agenda lotada desde que o programa acabou e a rotina pesada de viagens a fez reclamar do cansaço na quinta-feira passada, 13: "O cansaço é grande, mas a vontade de ajudar é maior! Força na peruca!", escreveu ela no Twitter.
 
fonte e imagem: Site Ego

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Excesso de refrigerante é tão prejudicial para saúde dental quanto uso de drogas


Cientistas da Temple University, nos EUA, demonstraram que o consumo elevado de refrigerantes é tão prejudicial para a saúde dental quanto o vício em crack ou metanfetamina.
Os resultados mostraram que uma mulher acima de 30 anos que bebeu cerca de 2 litros de refrigerante, em especial refrigerante diet, por dia teve cárie e erosão dentária semelhante a um usuário de metanfetamina e um viciado em crack.
Refrigerantes normais e diets são altamente ácidos, como a metanfetamina e o crack. Juntamente com a falta de higiene dental, o ácido cítrico e fosfórico em refrigerante pode levar a danos substanciais e decadência dentária.
A equipe comparou a saúde dental da mulher de 30 anos, que consumia refrigerante diariamente com um homem de 29 anos, usuário de metanfetamina e um homem de 51 anos que era usuário de crack.
A mulher no estudo admitiu que não tinha ido ao dentista nos últimos anos. Muitos dos seus dentes estavam corroídos, descoloridos e não puderam ser salvos.
O homem de 29 anos no estudo relatou o uso de metanfetamina durante três anos, e também consumiu duas ou três latas de refrigerante normal por dia. O participante de 51 anos afirmou que estava utilizando crack há 18 anos.
Os três participantes do estudo precisaram ter todos os seus dentes extraídos.
A pesquisa constatou que o refrigerante sem açúcar é tão prejudicial para os dentes quanto o refrigerante regular se forem consumidos na mesma quantidade devido a seu conteúdo ácido.
Os resultados aprecem no jornal General Dentistry.

fonte: Site Dental Press
imagem: Portal M de Mulher