ODONTOLOGIA ESTÉTICA E REABILITADORA

"A Saúde Começa Pela Boca!"


Blog destinado a pacientes e profissionais da Odontologia. Com informações sobre prevenção,tratamento dentário ,estética,implante,humor,curiosidades,novidades,entre outros.


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sábado, 25 de janeiro de 2014

Cirurgião-dentista na UTI agora é lei!

Foi aprovado na Câmara Federal o projeto de lei que torna obrigatória a presença do cirurgião-dentista na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Ganham todos: profissionais e pacientes. Hospitais públicos ou privados de médio ou grande porte que possuem pacientes internados ou atendam pacientes crônicos são obrigados a oferecer este serviço.
   Parabéns à categoria que mobilizou, negociou e conseguiu mais este avanço. Abre-se aqui mais um campo no mercado de trabalho já escasso e precarizado. Os pacientes internados nas UTIs carecem de cuidados tanto para tratar o agravo já instalado quanto para prevenir alguma deteriorização que venha se instalar levando a uma recuperação mais rápida e a um prognóstico positivo. Esses cuidados são especiais, constantes e imprescindíveis e incluem tratamento odontológico e higiene bucal adequada controlando o biofilme, prevenindo e tratando a cárie, periodontites, estomatites e outras doenças bucais e sistêmicas.
   Outro ponto a ser considerado é que o paciente internado está exposto e vulnerável, correndo o risco de contrair uma infecção hospitalar e o atendimento odontológico pode diminuir sensivelmente este risco, pois uma das principais vias de entrada de microorganismos é a respiratória. Um paciente bem cuidado na UTI significa menos óbitos, menor tempo de internação e consequentemente menor desgaste ao próprio paciente e aos seus entes, e ainda menos ingestão de medicação.
   O Projeto de Lei 2.776/2008 representa um grande impacto à saúde da população brasileira, e como muitos pensam não onerará os cofres públicos, haja vista que os hospitais de pequeno porte ficam desobrigados de cumprir esta determinação, pois foram retirados do texto do projeto original, e ainda, os demais hospitais têm um prazo de 180 dias, a contar da data de aprovação, para se adequarem às normas, contratando assim a equipe odontológica. A sociedade precisa se conscientizar que este é um serviço absolutamente necessário e que salvará vidas, em estimativas que constam em pesquisas científicas em mais de 40% dos casos, com cuidados odontológicos, os dentes têm maior chance de se restabelecer, e o melhor: também são contemplados aqueles atendidos no sistema “home care”.
   Nunca é demais relembrarmos que o direto à saúde é constitucional. É um direito de cidadania e que deve ser assegurado através de políticas públicas e privadas de saúde, com acesso universal e igualitário, assegurando assim a promoção, prevenção e proteção. É claro que o profissional contratado para executar tal serviço deve ter conhecimento de fisiologia oral e saber transmiti-los à equipe de enfermagem e aos demais profissionais envolvidos, entender o desconforto do paciente e a dificuldade de comunicação com os de estado crítico e orientar o hospital deve adquirir ou adequar os materiais utilizados nas UTIs.
 
fonte: RD News
imagem: Jornal do Oeste

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Rihanna mostra novo acessório usado nos dentes

Rihanna exibiu um novo acessório usado nos dentes.
Conhecido como grillz, a joia já foi adotada por famosos como Madonna.
Rihanna já usou um outro modelo em forma de arma.
fonte e imagem: Site Ego

Retinopatia diabética atinge cerca de 75% dos pacientes


olhos_A maioria das pessoas relaciona diabetes ao risco de cegueira. Contudo, persiste o desconhecimento sobre a prevenção da retinopatia diabética, caracterizada pela lesão dos pequenos vasos sanguíneos que nutrem a retina. Segundo a pesquisa “Diabetes: Mude seus Valores”, 75% dos pacientes com diabetes há mais de 20 anos desenvolvem a doença.
Dr. Jorge Rocha, diretor da SBRV (Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo), afirma que a alta taxa de incidência deve-se a falhas no tratamento do diabetes. “O controle deve ser feito por meio de alimentação balanceada e medicação recomendada. Assim, será menor chance de ter a complicação na visão. O problema é que nem sempre esses cuidados são seguidos à risca, fazendo com que a doença se desenvolva, muitas vezes sendo notada apenas nos estágios mais avançados”.Os sintomas da doença são progressivos. O primeiro sinal é a vista embaçada, seguida de manchas turvas no campo visual. Aos poucos, a visão começa a ficar cada vez mais turva, podendo caminhar para uma hemorragia nos vasos sanguíneos oculares. O especialista ressalta que, ao tomar conhecimento do diabetes, o paciente deve ser acompanhado também por um oftalmologista. Dessa maneira, será mais fácil diagnosticar precocemente qualquer problema na região. “Quando o tratamento é feito logo no início, 95% dos pacientes conseguem recuperar completamente a visão. Se o problema é detectado no começo, a terapia se resume a controle de glicemia e pressão, junto com alimentação balanceada. Caso a visão já esteja mais comprometida, é preciso recorrer ao tratamento a laser, que  coagula os locais em que o vaso está desgastado, acompanhado de medicação antiangiogênicas. Em último caso, quando há hemorragia ou descolamento da retina, optamos pela cirurgia vitrectomia, capaz de recuperar todas as partes prejudicadas do olho”.
fonte e imagem: Blog Dr. Dráuzio Varella

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Aliadas preciosas dos dentistas, terapias complementares ganham espaço na Odontologia

Regulamentadas pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO) em 2008, por meio da Resolução CFO-82/2008, que reconhece e normatiza o uso pelo cirurgião-dentista de práticas integrativas e complementares à saúde bucal – o uso da acupuntura, fitoterapia, terapia floral,hipnose, homeopatia e laserterapia vem conquistando os profissionais e também seus pacientes.
Especialistas explicam que enquanto a Odontologia, com recursos tecnológicos eficazes, combate os sintomas apresentados no sistema estomatognático, as práticas integrativas e complementares à saúde bucal reconhecem as causas desses sintomas.
 A acupuntura é muito utilizada na Odontologia para controlar a dor, aumentar a função imunológica, reduzir o estresse, a ansiedade e a necessidade de analgésicos e antiinflamatórios. A técnica melhora a reparação tecidual, é aplicada em casos de bruxismo, náusea, paralisia facial e gengivite descamativa, dentre outros problemas. E ainda contribui para prevenção e cura das patologias dos sistemas músculo-esquelético, respiratório, neurológico e digestório.
Já a hipnose pode ser utilizada para tratar distúrbios de ansiedade, estresse, fobias, síndromes pós-traumáticas, analgesia e também no preparo para exames invasivos e durante sua realização, bem como no preparo pré-operatório.
No caso da homeopatia, a atuação é nas afecções orais, no pré ou pós-operatório, além de agir no combater a ansiedade e fobias, tornando o tratamento odontológico mais humanizado e sem efeitos colaterais.
A terapia floral consiste no uso de essências florais como método de tratamento que foca a atenção no indivíduo e não na doença. Contribui para a redução da dor e irritabilidade, auxilia na diminuição da saliva e do sangramento. Ainda controla o agravo de doenças migratórias como o herpes labial e outras doenças como bruxismo e halitose.
Por meio do uso de plantas medicinais, a fitoterapia pode trazer benefícios ao controle de formação do biofilme dental e tratamento de afecções bucais. A prática também tem a vantagem de ter baixo custo e grande efetividade.
A laserterapia pode reduzir a dor do paciente, acelerar a cicatrização e prevenir futuros problemas na cavidade bucal.
O laser pode ser utilizado em reparação tecidual, diminuição de edemas e também para reduzir o desconforto do paciente durante a aplicação de anestesia.
 
fonte e imagem: Dental Press

Xerostomia: sensação de boca seca pode ser alerta para doenças

Xerostomia é uma redução na produção de saliva que está relacionada a diversos fatores, como a menopausa, o uso de medicamentos (diuréticos, antidepressivos e remédios para hipertensão), o tabagismo e a radioterapia. A xerostomia também é sintoma de algumas doenças, como a Síndrome de S’Jögren (doença autoimune).
O tratamento para a xerostomia vai depender de sua causa. Se for associada a medicamentos, o ideal é tentar substituí-los, com a autorização do médico, é claro. Se a causa for a radioterapia, o envelhecimento, ou doenças sistêmicas, o dentista pode indicar o uso de “saliva artificial”, disponível no mercado ou para manipulação em farmácias. Há ainda medicamentos que aumentam a salivação.
“Outra dica para estimular a produção de saliva é beber bastante água e usar chicletes sem açúcar. Evitar alimentos condimentados e ácidos, além de bebidas alcoólicas também pode ajudar a prevenir ou controlar o quadro”, diz ainda a cirurgiã-dentista Maria Adriana Araújo.
Em todas as situações, as orientações ao paciente devem enfatizar a correta higiene bucal, uso de fio dental, bochechos com flúor em solução aquosa e limpeza da língua (remoção da placa bacteriana).
“A diminuição da saliva propicia outros quadros clínicos associados, tais como cáries, halitose (mau hálito), problemas gengivais e ainda outras doenças bucais (como candidíase) e os cuidados acima citados são de extrema importância para o controle do paciente”, lembra ainda a especialista, que é gerente nacional de operações da Amil Dental

fonte e imagem: Jornal Extra

Extrair dentes pode provocar dores de cabeça, ronco e até miopia

Os dentes não servem exclusivamente para a mastigação, fala, ou só para a estética. Cada dente representa muito mais do que isso, de acordo com o dentista Rogério Pavan. Segundo suas pesquisas, a cada quatro dentes há um sistema biológico (respiratório, bioquímico, esquelético e postural).
— Para nós os dentes são como brilhantes, pois é imprescindível o cuidado com eles. E, é um erro extraí-los sem que realmente exista a necessidade, pois isso pode trazer sérias consequências para a saúde.
De acordo com o especialista, a principal função dos dentes é manter um padrão respiratório ideal, "pois eles trabalham como colunas que sustentam o espaço da língua e permitem uma respiração saudável".
Por isso, a extração dos dentes pode ocasionar problemas sérios à saúde, como dores de cabeça, problemas respiratórios, entre outros.
Com as extrações dos dentes, os espaços internos da boca diminuem e poderá provocar distúrbios nas áreas respiratórias, digestiva e muitas vezes, até nas estruturais.
Quando se movimentam demasiadamente os dentes, podem surgir desde problemas de coluna e postura até visuais, como a miopia.
Cerca de 20% dos pacientes que chegam à clinica com distúrbios de ronco e apneia tem como causa principal a extração de oito dentes no tratamento ortodôntico ocorrido na infância.
 O pesquisador ainda conta que é necessário utilizar próteses dentárias, pois não pode haver ‘buracos’ na arcada dentária, para evitar o surgimento desses problemas de saúde.
 
fonte e imagem: R7  

domingo, 12 de janeiro de 2014

Tratamento odontológico pode melhorar dores na coluna e nos joelhos

Já pensou em tratar dores de coluna e dos joelhos, entre outros problemas de saúde, através da boca? É o que defende a Biorreprogramação Oral, uma técnica que utiliza os conhecimentos da Odontologia para cuidar de doenças de todo o corpo. No caso dos desvios de postura, o tratamento pode realinhar a coluna e melhorar até mesmo a forma de pisar do paciente.
"Dentes tortos fazem com que o posicionamento da cabeça mude, interferindo na postura", explica o cirurgião-dentista e pesquisador da técnica, Rogério Pavan.
O tratamento pode ser feito a partir dos 3 anos e tem melhores resultados em crianças com menos de 15, porque o crescimento natural do maxilar e da mandíbula potencializam e facilitam as intervenções do especialista. Para o tratamento de adultos, um pouco mais complexo, Pavan desenvolveu dois sistemas: Polis e Daraa.
"O sistema Polis busca a compensação do desequilíbrio da arcada dentária por meio de placas entre os dentes. Essas placas fazem com que a mandíbula encontre um novo ponto de equilíbrio, uma posição que melhore a postura da cabeça. Já no sistema Daraa, além desses benefícios, conseguimos tratar o ronco e a apneia", afirma.
 
Diagnóstico
"Pedimos exames complementares de imagem, como radiografias e, em alguns casos, encaminhamos o paciente para o ortopedista, porque percebemos que há ali um problema de coluna que vai além do posicionamento da cabeça e dos dentes. Em 95% das consultas, o paciente já chega com queixas específicas que ele tentou tratar de outras formas, sem sucesso", ressalta Rogério Pavan.
A duração do tratamento - que é indolor e evita técnicas mais invasivas, como a extração de dentes - varia de acordo com a idade e as necessidades do paciente. Alguns casos são resolvidos com seis meses de acompanhamento, outros precisam de quatro a cinco anos.
 
Mais benefícios
Outras vantagens do tratamento, segundo o cirurgião-dentista, são o combate e a prevenção aos problemas gástricos e de respiração (como asma, resfriados recorrentes, etc).
 
fonte e imagem: Jornal Extra

Você sabe escolher o melhor enxaguante bucal? Especialistas dão dicas!

"A indicação do dentista é importante por conta da variedade de enxaguantes que estão disponíveis no mercado. Os antissépticos podem deixar os dentes porosos, já os que possuem álcool em sua fórmula ressecam a mucosa e podem provocar descamação (esses devem ser utilizados em dias alternados ou com até uma semana de pausa). O enxaguante que só possui flúor pode ser usado por adultos sem restrições, todos os dias", orienta o dentista Francis Coachman, especialista pela Universidade de São Paulo (USP).
No caso dos enxaguantes com álcool, esta substância pode ainda matar as bactérias "do bem" presentes na boca, que auxiliam no processo de digestão e no controle da acidez bucal, explica o consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), Mauro Piragibe. Os produtos com clorexidina, quando usados por mais de duas semanas, deixam ainda manchas marrons nos dentes. No caso das crianças, o cuidado deve ser redobrado.
"Para as crianças, o enxaguante com flúor, se ingerido no período de formação dos dentes, pode provocar manchas brancas ou castanhas nos dentes e dependendo da quantidade, fragilizá-los", afirma o especialista.
Com relação à cor, os dentistas não veem diferença: você pode escolher aquela que mais te agrada. E, ao contrário do que já se suspeitou, não há estudos científicos que comprovem a relação entre o uso de enxaguantes e o aumento de casos de câncer de boca ou faringe.
 
fonte e imagem: Jornal Extra


Aftas recorrentes podem ser sinais de doenças. Fique atento!

“A presença de múltiplas aftas pode sugerir que um vírus, como o do herpes, esteja causando o quadro. Pode ocorrer também em infecções como a Aids. Além disso, podem se apresentar nas doenças autoimunes, como a Doença de Behçet, Lupus (LES) ou Doença de Crohn”, explica a pediatra Maria Cristina Senna Duarte.
Nos casos mais comuns, o surgimento das aftas está associado a traumas locais – como ao escovar os dentes com mais força, morder a língua, ou mesmo lesões causadas pelo uso de aparelho ortodôntico –, stress, deficiências nutricionais (ferro e B12), alergias alimentares, predisposição genética, uso de alguns medicamentos ou alterações hormonais. Alimentos cítricos e condimentos também podem desencadear o processo.
O tratamento é sintomático, ou seja, tem o objetivo apenas de reduzir a dor, enquanto a lesão não desaparece. Os quadros clínicos mais leves requerem apenas a aplicação local de antissépticos, anti-inflamatórios, anestésicos ou ainda de revestimentos protetores de mucosa, sempre de acordo com a orientação do médico ou do dentista. Práticas caseiras, como furar a lesão, colocar sal ou substâncias químicas que queimem a afta não são recomendadas.
“Receitas caseiras, como o uso de bicarbonato de sódio, podem aumentar e piorar a lesão. Além das prescrições do especialista, o paciente só deve cuidar da alimentação, evitando itens ácidos ou muito condimentados, e evitar machucar a boca ao comer e escovar os dentes”, orienta a dentista Cláudia Fugita.

fonte: Jornal Extra
imagem: Portal São Francisco

domingo, 5 de janeiro de 2014

Diabetes aumenta risco de problemas bucais, alertam dentistas

Mais do que garantir um sorriso bonito, cuidar da boca significa estar em dia com a saúde do corpo. No caso de portadores de diabetes, estes cuidados devem ser redobrados. Isso porque estes pacientes são mais suscetíveis à gengivite e periodontite. E o contrário também é verdadeiro: a presença desta ou de qualquer outra infecção piora o controle da glicemia.
A periodontista Rosileine Uliana, da ABAH (Associação Brasileira de Halitose), avisa que o diabético descompensado tem três vezes mais chances de apresentar doença periodontal.
— A gengivite é uma das causas do mau hálito e, se não tratada adequadamente, pode dificultar o controle e cura do quadro.
Outros problemas comuns na boca de quem tem diabetes são a xerostomia (diminuição da produção de saliva) e a dificuldade de cicatrização. A explicação de Rosileine é simples.
— A saliva age como um detergente bucal e sua falta aumenta a incidência de cárie, por isso mais uma vez reforço a importância da boa higiene bucal.
A dentista Silvia Nunez, da clínica Avelar, orienta procurar o dentista a cada seis meses e ensina as principais maneiras de prevenir as doenças bucais.
— É fundamental escovar os dentes após as refeições, com mais cuidado especialmente à noite, passar o fio dental e sempre se lembrar de escovar a língua. Além disso, a troca da escova de dente a cada três meses também é uma recomendação muito importante.
 
fonte e imagem: R7

Unesp desenvolve goma de mascar que inibe a formação da cárie

Pesquisadores da Unesp desenvolveram uma goma de mascar com microrganismos probióticos microencapsulados que inibe a formação da cárie. O projeto foi objeto da tese de doutoramento da pesquisadora Nadiége Dourado Pauly-Silveira, orientada pelo professor Elizeu Antonio Rossi, pelo programa de pós-graduação em Alimentos e Nutrição da FCF (Faculdade de Ciências Farmacêuticas) da Unesp em Araraquara.
Atualmente, o mercado oferece chicles e gomas de mascar não cariogênicos, isto é, sem adição de açúcares, mas não anticariogênicos como se apresenta a nova tecnologia. Segundo Rossi o diferencial é que as gomas que não possuem açúcar simplesmente não contribuem para o desenvolvimento da cárie, uma vez que os carboidratos são substratos para as bactérias causadoras da cárie.
— O nosso produto combate a principal bactéria causadora da cárie: o streptococcus mutans
A goma desenvolvida pelos pesquisadores da FCF também não contém açúcares.
Qualquer indústria produtora de goma de mascar poderia fabricar o produto anticariogênico, uma vez que o microrganismo microencapsulado entraria apenas como mais um ingrediente da formulação. Portanto, teoricamente não haveria a necessidade de grande reformulação no processo de produção.
O pedido de patente da tecnologia foi depositado pela Auin (Agência Unesp de Inovação).
— Nossa expectativa é que essa proposta seja incorporada por alguma empresa da área farmacêutica ou mesmo de alimentos e que possa ser colocada no mercado.
 
fonte e imagem: R7

Doença falciforme: pacientes têm mais chance de infecções bucais

A doença falciforme (também conhecida como anemia falciforme) é o problema hereditário mais comum do Brasil: de acordo com o Ministério da Saúde, 3.500 crianças nascem, todos os anos, com a modificação nas hemácias (glóbulos vermelhos), que passam a ter o formato de uma foice. O problema pode levar a AVCs, enfartes, problemas no baço e fígado, além de promover um risco maior para as infecções bucais.
“Uma das complicações bucais mais comuns é a osteomielite, uma infecção grave dos ossos maxilares, que acontece em geral após a extração de um dente feita sem o devido preparo. Também pode haver sensação de dormência prolongada e dor em regiões da face”, explica o estomatologista do Hemorio Alexandre Giannini (o centro tem um serviço de odontologia especializado nesses casos).
Devido aos riscos, portanto, o tratamento do paciente com doença falciforme deve ser multidisciplinar. Antes de qualquer procedimento dentário, o médico hematologista deve ser consultado para avaliar o estado do paciente.
“Quando o paciente está estabilizado, pode-se executar quase todo procedimento dentário (restaurações, limpezas, flúor) normalmente, exceto os que possam gerar riscos de infecção, como extrações”, lembra ainda Giannini.
De acordo com pesquisas, pacientes com a doença hereditária também podem ter mais chances de desenvolver cáries e periodontites (inflamações nas gengivas). Por isso, a rotina de higiene deve ser reforçada. As consultas de rotina com o dentista, que devem acontecer de seis em seis meses, são fundamentais para a prevenção de complicações.

fonte e imagem:Jornal Extra

sábado, 4 de janeiro de 2014

Uso inadequado de escova de dentes pode causar pneumonia e até diarreia

O cuidado com a escova de dentes é imprescindível. É comum deixá-la exposta na pia do banheiro ou em ambientes úmidos, sem qualquer proteção das cerdas.
O problema é que, com esse costume, a pessoa pode levar à boca uma quantidade considerável de bactérias. Quando não está protegida adequadamente, as cerdas expostas acumulam microorganismos lançados no ar, sendo alguns provenientes do vaso sanitário.
A lista de doenças causadas por bactérias acumuladas na escova é grande. Periondotite, candidíase, gengivites, cáries e até diarreia. O problema, aparentemente simples, pode agravar e causar doenças graves cardiopatias e pneumonias.
Para tentar amenizar esse acúmulo, é aconselhável o uso de protetores ou até mesmo guardá-las fora do banheiro. O cirurgião-dentista, Marcelo Pimenta, orienta como se deve guardar a escova.
— Ela deve ser colocada em um recipiente fechado e a uma distância de pelo menos dois metros do vaso sanitário. É importante, também, deixar a tampa do vazo sanitário sempre abaixada na hora da descarga e quando não estiver em uso.
Mas tampar o recipiente ou mantê-la em armários fechados resolve o problema apenas em parte. Isso porque ambientes abafados e úmidos podem contribuir para a proliferação de bactérias ou até mesmo aquelas vindas da própria boca.
— Muitas bactérias permanecem vivas nas cerdas da escova por até 24 horas. Por isso, é importante eliminar o excesso de água após o uso, mas nunca utilizando toalhas para secá-la. Borrifar um antisséptico nas cerdas ajuda também. O mais indicado é a clorexidina 0,12%, encontrada em farmácias.
A vida útil da escova também é algo a ser levado em conta. Ainda de acordo com o Marcelo Pimenta, a troca deve ser feita a cada quatro meses e o tipo de escova varia do gosto pessoal do usuário.
 
fonte e imagem: R7

Quatro visitas por ano ao dentista reduzem 69% das cáries em crianças, diz ABO

Se para os adultos duas visitas anuais ao dentista são suficientes, para as crianças a recomendação pode ser diferente. De acordo com a Associação Brasileira de Odontologia (ABO), dobrar o número de visitas ao consultório odontológico pode reduzir em até 69% a incidência de cáries entre os pequenos de 0 a 3 anos.
“O atendimento odontológico nesta faixa etária, quando realizado com frequência de quatro vezes ao ano, mostra declínio de cárie de 69%. Além disso, durante a consulta, o especialista pode orientar a mãe para a promoção de hábitos corretos de higiene para ela e para o bebê”, explica a cariologista e consultora da ABO Sonia Groisman.
Dados do Ministério da Saúde mostram que, no Brasil, crianças de 18 a 36 meses já têm em média um dente cariado, sendo que no Sudeste a ocorrência de cárie nesta faixa etária varia ente 31% e 39%.
Além dos cuidados já conhecidos em higiene bucal (escovação dos dentes após as refeições, uso do fio dental, limpeza da língua e das bochechas), uma alimentação balanceada, com controle de consumo de açúcar, por exemplo, certamente ajuda a conservar a criança (e mesmo o adulto) com uma boa saúde bucal.
 
fonte e imagem: Jornal Extra

Escova de dentes inovadora (e bem diferente) promete garantir a higienização em seis segundos

Ela não se parece com uma escova de dentes convencional. De fato, ela não é uma escova tradicional. Mas um grupo de engenheiros, em parceria com dentistas, promete entregar ao consumidor interessado - em breve - uma escova de dente modelada especialmente para cada pessoa e que transforma a escovação em um simples ato de seis segundos.
Blizzident é uma escova personalizada. O dentista faz um molde da arcada dentária de cada consumidor e em seguida fabrica o produto para uso. A pessoa coloca o molde na boca e o morde até quinze vezes consecutiva - processo que não demora mais do que seis segundos. Por conta desse novo processo, e do molde, os dentes ficam higienizados rapidamente.
O diferencial da escova, aliás, não está apenas no fato de tornar o processo de escovação mais rápido - ele também pretende eliminar as eventuais falhas durante o procedimento. O problema ainda é o preço do produto. De acordo com a Wired, a primeira escova vai custar 299 euros - algo em torno de R$ 920. Os modelos subsequentes - você já vai ter feito o molde dos seus dentes - sairá por 159 euros - cerca de R$ 490.
 
fonte e imagem: Estadão